– E se, diante de tantas pendengas, uma dessas pessoas surtasse e te mandasse pros quintos dos infernos, ainda que depois se mate também, ou faça tudo parecer um mero acidente, comum no contexto em que vivemos?

A pergunta, preclaro leitor, foi feita a este escrevinhador por homens sérios, acostumados na lida do Direito. Teve o cara da secretaria de saúde de Salvador, o prefeito de Campinas, o outro de Santo André…

Café pequeno que sou, o motivo? O fato de estar abrindo nova frente de indagações sobre supostos vícios de gestão da coisa pública em prejuízo da sociedade mas em benefício de interesses privados.

Dessa feita, a diretoria da mais importante Faculdade de Comunicação da Bahia, gestão Giovandro Ferreira/Maurício Tavares e 6 outros docentes, ao lado do maior grupo privado de Comunicações do Estado – quiçá da região Nordeste do Brasil – são parte de representação em órgãos de controle da Administração Pública Federal. O desfecho apuratório é imprevisível. O resultado, quem sabe onde pode chegar?

Esse grupo de docentes ameaçou, no dia 3/07/2013, este que vos escreve de interpelação judicial. Por ter revelado detalhes, até então mantidos na surdina, da parceria firmada entre a Facom/UFBA e a Rede Bahia, proprietária do jornal Correio*.

Como até a presente data não veio a interpelação, aquele grupo deverá ser acionado para se explicar junto aos órgãos que têm, por obrigação constitucional, o dever de apurar os fatos narrados. Ainda que para absolver os envolvidos.

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