Para não dizer que não falei de Geddel

DESDE O FINAL de semana a República Temerária (de Michel Temer, PMDB) que depois do impeachment em agosto substituiu o projeto criminoso de poder de Dilma Lula Rousseff (PT), “descobriu” a velhacaria de Geddel Vieira Lima, dono do PMDB na Bahia.

Los grandes camaradas: Geddel (esq.), Wagner e Lula (de costas)

Los grandes camaradas: Geddel (esq.), Wagner e Lula (de costas)

No Observatório da Imprensa baseado na Universidade de Campinas (Unicamp), há mais de oito anos este escrevinhador já alertava para o perigo.

  • Clique e acesse o portal com os arquivos dos textos ou vá direto clicando aqui para ler o artigo sobre Geddel ali publicado em 2008. E “escondido” pelas boas almas.

Este site assim tem feito quanto aos desmandos de poderosos ou semi-poderosos baianos de diferentes matizes.

A exemplo do recente artigo aqui publicado [clique para ler]. Passado “despercebido” pelos que cobram a cabeça do “homem” de Michel.

Por compromisso jornalístico e também docente, aqui temos dito sobre as mazelas dessa gente que comanda em rédeas curtas e articulações o cofre público, roubando da população.

Independentemente da coloração político partidária, como pode ser lido aqui ou aqui [clique para confirmar].

O que é somente visto agora pelo oportunismo, no sentido vagabundo do termo, dos “defensores da moralidade pública” – esses infestam a Academia, sindicatos e redações dos grandes jornais e redes de TV -, este escrevinhador já suspeitava lá atrás.

Geddel, na ocasião e nos últimos quinze anos, vem sendo incensado como fonte importante de colunistas políticos.

Figura-chave na montagem dos cinco governos que assumiram a Presidência da República, foi presenteado por Jaques Wagner, Lula e Dilma com postos ministeriais e diretorias de instituições públicas federais.