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É bom acompanhar o noticiário sobre o Congresso que se realiza naquele país. Brasil depende da China, Estados Unidos dependem da China, África depende da China, a segurança do Irã depende da China, a Ásia teme a China, a Europa precisa da China.

Quando morei em Berlim entre 2008 e 2009, recebi a visita de Long Sha, um ex-aluno meu na ACBEU (Associação Cultural Brasil-Estados Unidos), tornado amigo em discussões políticas relacionadas ao modelo chinês. Numa noite saimos para nos divertir e tomar todas, quando então prometi visitá-lo em seu país, a China.

Em junho deste 2012 a jornalista Danila de Jesus e eu compramos uma passagem de Hiroshima (Japão) a Shangai, então para Beijing (como se chama Pequim), depois Xi´An (antiga capital).

Imersão de 12 dias na sociedade da potência desconhecida aos ocidentais, andando, comendo e bebendo. Quase sem acesso a e-mails, redes sociais na internet e críticas ao regime de partido único. Vimos passageiros de metrô sendo empurrados, literalmente a chicotadas, por agentes oficiais nas plataformas, forçados a entrar nos vagões sempre apinhados de gente.

Não foi possível dar de cara com Long, filho único de família rica que se prepara estudando nos Estados Unidos, Alemanha, no Brasil. Possivelmente, um das centenas de milhares de jovens que um dia serão lideranças no seu país. No período de nossa viagem, nos escreveu dizendo que tinha ido à Nova Zelândia.

Onde estará ele nesta importante semana para o mundo, quando o Partido Comunista da capitalizada China muda o comando do famoso “império do meio”? E, com isso, os rumos do planeta na próxima década?

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