Uma influente contratada da Secretaria de Cultura da Bahia que tinha acusado este professor, jornalista e escritor de ser “racista”, por conta de um debate teórico na Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA, onde ela era aluna, contratou um dos mais influentes e caros escritórios de advogados criminalistas da Bahia e apresentou pedido de desculpas à Justiça, depois de ter sido interpelada por este autor. Que presentemente sofre de responsáveis pela mesma Secult uma série de interdições para receber uma verba de R$ 30 mil a que tem direito por ter sido selecionado em edital público para impressão e publicação de διασπορά – romance que justamente trata de relações de poder e relações raciais no Brasil contemporâneo.

A mulher, também professora da Universidade Católica de Salvador e com mestrado pela Facom/UFBA (Pós-COM), voltou atrás. Na defesa apresentada à Justiça reconhece este escrevinhador como “profissional que goza de notório prestígio perante a comunidade acadêmica”. Ela, que em sala louvava sua origem supostamente germânica, havia sido interpelada em 31/3/11 na justiça criminal. Logo passou a ré em processo de crime contra a honra do acusado. Na defesa, apela à “compreensão” do autor às suas “explicações”. Depois de meses refletindo, este autor resolveu condescender com as desculpas da senhora. E torna pública a defesa dela. Fica a lição, inclusive para os atuais mandatários da Secult. Clique aqui para ler.

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